quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Minha Paixão por MMA - UFC!!!

Senhoras e Senhores...
MMA é uma luta é típica de macho. Dois ogros (mas são Ogros lindos) se que se quebram na porrada até um se fuder completamente. E quanto mais sangue, melhor. E pra ajudar é cada homem lindo que luta...um Salve para os nossos brasileiros...Anderson Silva, Toquinho, Napão, Victor Belfort, Pitbull Alves, Lyoto, Cigano, Thiago alves, Demian Maia, Renato Babalu...enfim entre outros grandes campeões...te digo tem que ser muito macho cara!!! Porrada neles....  Por isso que eu quis falar um pouquinho da história da UFC - Ultimate Fighting Championship, maior entidade que promove eventos de MMA do mundo na atualidade, com combates disputados em octógonos, é baseada nos Estados Unidos. Fundada em 1993 por Art Davie, Rorion Gracie e Robert Meyrowitz. ...Quem quiser me apresentar algum lutador de MMA...por favor passem meu telefone, tó afim de levar umas porradas..hahahaha...Porrada de amor é claro....

Origem

Os primeiros eventos eram torneios de 5 ou 16 homens promovidos pela organização de entretenimento Grupo Semaphore (SEG) em associação com a WOW Promotions (liderada por Art Davie e Rorion Gracie), onde os lutadores tinham que ganhar 3 lutas para se sagrarem o campeão do UFC. O primeiro evento foi realizado em 1993.
O UFC começou como o primeiro evento renomado de vale tudo em 1993. Com o intuito de descobrir o melhor lutador do mundo, não importava o estilo de artes marciais que ele praticava, inspirado no Vale Tudo brasileiro. Por possuir praticamente nenhuma regra (por exemplo, no primeiro UFC não era permitido apenas morder ou colocar os dedos nos olhos do oponente), o UFC era conhecido como No holds barred fighting (vale tudo ao pé da letra) e as lutas eram ocasionalmente violentas e brutais. Os primeiros UFC's eram menos esporte do que espetáculo, o que levou a acusações de brutalidade e "briga de galo humana".
Desde sua primeira edição, os eventos ocorrem em "octagons". Uma espécie de ringue com oito lados, fechados com uma grade.
O primeiro campeão do UFC foi Royce Gracie no UFC 1 em 1993.

Decadência e Reorganização

O UFC se tornou um sucesso em pay-per-view. A natureza do esporte logo chamou a atenção das autoridades e eventos do UFC foram banidos de diversos estados americanos. Após repetidas críticas e diversos protestos feitos pelo senador republicano do Arizona, John McCain, o UFC saiu dos principais pay-per-views. O UFC continuou a ser exibido no PPV da DirecTV, porém sua audiência era mínima comparada com a anterior.
Por essas pressões políticas que levaram à sua decadência, o UFC se reformulou, de forma lenta foram criadas regras mais restritas, começou a ser sancionado por comissões atléticas, e se vendendo como um esporte legítimo. Deixando de lado o slogan de "there are no rules" (não há regras) e pregando o banner de Mixed Martial Arts, o UFC ressurgiu de seu isolamento para se tornar mais socialmente aceitável, recuperando sua posição na televisão a cabo. Continuando a trabalhar com as comissões atléticas, eventos eram feitos em lugares menores como Iowa, Mississippi, Louisiana, Wyoming e Alabama. A SEG não conseguiu realizar videos do UFC 23 ao 29, em um período conhecido como Idade das pedras do UFC. Junto com outros eventos nas seções americanas, o UFC conseguiu o primeiro evento sancionado de MMA, que ocorreu dia de 30 de setembro em Nova Jersey, no ano de 2000. Após dois meses, o UFC realizou seu primeiro evento sancionado, UFC 28, sobre as leis do Comissão Atlética de Nova Jersey.

Zuffa

Após uma longa briga de galo para ser sancionado, e à beira da falência, a SEG se reuniu com os executivos do Station Casinos; Frank and Lorenzo Fertitta, e o promotor de boxe, Dana White em 2001, com uma oferta para comprar o UFC. Um mês depois, em janeiro de 2001, os Fertittas e o promotor de boxe Dana White compraram o UFC por 2 milhões de doláres e criaram a Zuffa, como patente controladora do UFC. Tendo relações com a comissão atlética de Nevada ( Lorenzo Fertitta já foi um membro), a Zuffa conseguiu assegurar aprovação para fazer shows em nevada em 2001. Pouco tempo depois, no UFC 33, o UFC retornou ao PPV da TV a cabo americana.
O UFC, bem devagar, foi crescendo em popularidade após a compra pela Zuffa, devido a fortes propagandas, grandes patrocínios, a volta ao PPV, e a venda de DVDs. Com grandes eventos em lugares famosos como o cassino Trump Taj Mahal e MGM Grand Arena, e com as vendas de pay-per-view voltando a ser como antigamente, o UFC conseguiu seu primeiro acordo na televisão com a Fox Sports Net e com o The Best Damn Sport Show, que realizou a primeira luta de MMA na TV a cabo americana, em junho de 2002, no UFC 37.5 (Belfort vs Liddell). Depois, FSN estava botando os melhores momentos no ar também. No UFC 40, as compras de PPV venderam US$ 978.150.000 em um card que tinha como evento principal a rivalidade entre Tito Ortiz contra Ken Shamrock, veterano do UFC. Apesar do sucesso, o UFC ainda apresentava dívidas, e em 2004, Zuffa tinha perdido 78,5 milhões de dolares desde a compra.

Aumento na Popularidade

Após ser exibido em um "reality" show chamado "American Casino" , os irmãos Fertittas sentiram o marketing gerado por esse tipo de série e decidiram, então, que o UFC teria seu prórpio "reality show", o The Ultimate Fighter (TUF). Todas as emissoras rejeitaram, menos uma, a Spike TV. Com uma oferta de bancar os 10 milhões de gastos com a produção, eles conseguiram fechar o negócio. Em janeiro de 2005, Spike TV lançou a série, o show se tornou um sucesso imediato, se tornando um dos programas com mais audiência da Spike TV, e transmitindo uma luta memoravel entre Forrest Griffin contra Stephan Bonnar nas finais, que ficou conhecida como a luta do ano. Depois dessa temporada, já houve mais 9 e outras devem surgir.
Seguido pelo sucesso do reality show, a Spike TV levou ao ar o UFC Unleashed, uma hora de programa semanal, com lutas de diferentes eventos, e também assinou um contrato para transmitir o UFC Fight Night.
Com visibilidade alardente, os números de pay-per-view aumentaram absurdamente. O UFC 52, primeiro evento após o The Ultimate Fighter, foi vendido para 280.000 pessoas pelo pay-per-view, quase o dobro de seu antigo recorde. A revenche entre Couture e Liddell no UFC 57 teve 410.000 compras de PPV. O Evento UFC 60 que contou com o brasileiro Royce Gracie teve nada menos que 625.000 compras de PPV. UFC 61, teve 775.000. Desde então as vendas do PPV do UFC não param de crescer. A média atual é de mais de um milhão de vendas por eventos, gerando $222,766,000 somente com vendas do PPV em 2006, superando o boxe e o WWE.
O UFC atualmente é exibido em 36 países, inclusive no Brasil, os organizadores pretendem expandir internacionalmente. O programa está sendo dublado em português com a direção de Ricardo Movits no Zen Studios em Brasília. Os eventos passaram a ocorrer também com regularidade na Europa, em países como Inglaterra, Alemanha e Irlanda. Também há planos para eventos regulares no Canadá e até boatos de edições extraordinárias no Brasil e no Japão.

 Compra do PRIDE

Em março de 2007, os irmãos Fertitta anunciaram a compra do PRIDE Fighting Championships, prometendo manter ambos os eventos e possibilitar um intercâmbio de lutadores. Porém isso não aconteceu, nenhum evento no Japão ocorreu com a organização dos americanos, e o PRIDE foi extinto, tendo o UFC apenas incorporado parte de seus lutadores aos seu elenco. Alguns nomes do PRIDE acabaram indo para organizações menores. Com a extinção do PRIDE e a incorporação de alguns do seus principais lutadores, o UFC tornou-se indiscutivelmente o mais prestigiado evento de MMA do mundo.

Um comentário:

  1. Para quem se amarra na UFC...lembram da Música de abertura... " Face the Pain ( Do Stemm).

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